BRASÍLIA - Numa reunião com oito ministros, nesta terça-feira, no Palácio do Planalto, o governo decidiu liberar R$ 42 milhões para moradores de rua e catadores de lixo reciclável. O dinheiro será liberado a fundo perdido para compra de equipamentos e construção de galpões para o desenvolvimento do trabalho da categoria.
O dinheiro será liberado pelo BNDES (R$ 10 milhões), Ministério do Trabalho (R$ 16 milhões) e pela Funasa (R$ 16 milhões). Na reunião, foi discutida a situação dos catadores de lixo, incluindo uma desvalorização de 60% no material reciclável entre novembro e janeiro.
Outro ponto discutido foi a questão da moradia. O Ministério da Previdência apresentou uma lista de 12 imóveis que serão colocados à disposição da categoria.
Participaram da reunião os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), Marcio Fortes (Cidades), José Pimentel (Previdência), Carlos Lupi (Trabalho), Paulo Bernardo (Planejamento), José Antônio Toffoli (Advocacia Geral da União) e Paulo Vanucchi (Direitos Humanos), além de representante da Caixa Econômica Federal.
Fonte: O Globo
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Minas aproveita o embalo do lixo reciclado
Minas aproveita o embalo do lixo reciclado
Associações de catadores de papel serão beneficiadas com a construção de 18 unidades de processamento no estado. Objetivo é ampliar a coleta seletiva e proteger o meio ambiente
Marcelo Sant'Anna/EM
Em um ano, 220 pessoas se formaram nos cursos de capacitação oferecidos pelo Centro Mineiro de Referência em Resíduos Sólidos, no Bairro Esplanada
Catadores de materiais recicláveis e órgãos públicos trabalham juntos para melhorar o sistema de coleta seletiva em Minas Gerais. Este ano, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, irá investir R$ 5,8 milhões na construção de 18 galpões de trabalho para os catadores de recicláveis do estado. A distribuição dos recursos e o cumprimento do Decreto Federal 5.940/06, que institui a coleta seletiva nas repartições públicas federais, foram discutidos na Oficina de avaliação e planejamento da coleta seletiva, que começou terça-feira e termina nesta quarta, no Teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Promovido pelo Comitê Interministerial de Inclusão Social dos Catadores, que é gerenciado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e das Cidades, o evento, no primeiro dia, serviu para a avaliação dos recursos repassados pelo governo federal a coleta seletiva. “Grande parte desses trabalhadores precisa de uma boa estrutura e de se profissionalizar no ramo. Com este investimento haverá mais oportunidades para os municípios mineiros e melhores condições de trabalho”, enfatiza o consultor técnico do comitê, Fábio Cidrin, que ministrou a oficina.
Destinados às associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, os 18 galpões terão três tamanhos, com área de 1,2 mil a 300 mil metros quadrados. Nos espaços o número de catadores beneficiados vai variar de 40 a 160. Cada um conterá prensas, elevadores hidráulicos e carros de transporte. “São equipamentos necessários para agregar maior valor econômico ao material reciclável e gerar mais postos de trabalho”, avalia Cidrin. Segundo o Ministério das Cidades, as obras estão previstas para o segundo semestre deste ano.
Satisfeita com o que ouviu, no primeiro dia de oficina, a catadora da Comunidade Associada para Reciclagem de Materiais da Região da Pampulha (Comarp), Rosilene Aparecida Barbosa Brant, afirma que com o recurso do PAC mais colegas terão oportunidade de melhorar de vida. “O dinheiro irá ajudar as cooperativas e associações, o que atrairá mais mão-de-obra. É uma boa oportunidade para os catadores de outros municípios”, diz.
Segundo a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), duas obras estão em andamento, em Belo Horizonte, desde o ano passado. Na primeira, no Bairro Ouro Preto, serão investidos R$ 1,7 milhão, por meio do Programa Saneamento para Todos, que também integra o PAC. A segunda é a ampliação do galpão do Bairro Jatobá 4, no Barreiro, estimada em R$ 645,6 mil, prevista no Orçamento Geral da União. A previsão é que as duas obras estejam prontas até o final do ano.
Cidadania
O Decreto Federal 5.940/06, que institui a coleta seletiva nas repartições públicas federais, foi discutido na oficina. No primeiro dia do evento, os catadores e servidores públicos esclareceram dúvidas. “Em razão do decreto, a coleta seletiva solidária a partir deste ano é obrigatória para os órgãos públicos federais”, alerta a procuradora da república Miriam Moreira Lima, que participou da oficina. Segundo ela, no ano que foi publicado o decreto, o Ministério Público deu prazo aos órgãos. ”Eles terão mais um tempo para se adaptar. Depois disso, haverá fiscalização”, avisa.
Para a catadora Rosilene Aparecida Barbosa, a obrigação do decreto foi novidade. “Não sabíamos que era dever dos órgãos públicos fazer e doar a coleta seletiva para as associações e cooperativas”, revela. Em vez de as repartições jogarem papéis, vidros e plásticos em aterros sanitários ou até lixões, o decreto prevê um destino certo para o material. “Com isso, os órgãos estarão contribuindo com dois fatores muito importantes: inclusão social e responsabilidade ambiental”, enfatiza a procuradora.
Fonte: Luciane Evans - Estado de Minas
Associações de catadores de papel serão beneficiadas com a construção de 18 unidades de processamento no estado. Objetivo é ampliar a coleta seletiva e proteger o meio ambiente
Em um ano, 220 pessoas se formaram nos cursos de capacitação oferecidos pelo Centro Mineiro de Referência em Resíduos Sólidos, no Bairro Esplanada
Catadores de materiais recicláveis e órgãos públicos trabalham juntos para melhorar o sistema de coleta seletiva em Minas Gerais. Este ano, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, irá investir R$ 5,8 milhões na construção de 18 galpões de trabalho para os catadores de recicláveis do estado. A distribuição dos recursos e o cumprimento do Decreto Federal 5.940/06, que institui a coleta seletiva nas repartições públicas federais, foram discutidos na Oficina de avaliação e planejamento da coleta seletiva, que começou terça-feira e termina nesta quarta, no Teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Promovido pelo Comitê Interministerial de Inclusão Social dos Catadores, que é gerenciado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e das Cidades, o evento, no primeiro dia, serviu para a avaliação dos recursos repassados pelo governo federal a coleta seletiva. “Grande parte desses trabalhadores precisa de uma boa estrutura e de se profissionalizar no ramo. Com este investimento haverá mais oportunidades para os municípios mineiros e melhores condições de trabalho”, enfatiza o consultor técnico do comitê, Fábio Cidrin, que ministrou a oficina.
Destinados às associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, os 18 galpões terão três tamanhos, com área de 1,2 mil a 300 mil metros quadrados. Nos espaços o número de catadores beneficiados vai variar de 40 a 160. Cada um conterá prensas, elevadores hidráulicos e carros de transporte. “São equipamentos necessários para agregar maior valor econômico ao material reciclável e gerar mais postos de trabalho”, avalia Cidrin. Segundo o Ministério das Cidades, as obras estão previstas para o segundo semestre deste ano.
Satisfeita com o que ouviu, no primeiro dia de oficina, a catadora da Comunidade Associada para Reciclagem de Materiais da Região da Pampulha (Comarp), Rosilene Aparecida Barbosa Brant, afirma que com o recurso do PAC mais colegas terão oportunidade de melhorar de vida. “O dinheiro irá ajudar as cooperativas e associações, o que atrairá mais mão-de-obra. É uma boa oportunidade para os catadores de outros municípios”, diz.
Segundo a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), duas obras estão em andamento, em Belo Horizonte, desde o ano passado. Na primeira, no Bairro Ouro Preto, serão investidos R$ 1,7 milhão, por meio do Programa Saneamento para Todos, que também integra o PAC. A segunda é a ampliação do galpão do Bairro Jatobá 4, no Barreiro, estimada em R$ 645,6 mil, prevista no Orçamento Geral da União. A previsão é que as duas obras estejam prontas até o final do ano.
Cidadania
O Decreto Federal 5.940/06, que institui a coleta seletiva nas repartições públicas federais, foi discutido na oficina. No primeiro dia do evento, os catadores e servidores públicos esclareceram dúvidas. “Em razão do decreto, a coleta seletiva solidária a partir deste ano é obrigatória para os órgãos públicos federais”, alerta a procuradora da república Miriam Moreira Lima, que participou da oficina. Segundo ela, no ano que foi publicado o decreto, o Ministério Público deu prazo aos órgãos. ”Eles terão mais um tempo para se adaptar. Depois disso, haverá fiscalização”, avisa.
Para a catadora Rosilene Aparecida Barbosa, a obrigação do decreto foi novidade. “Não sabíamos que era dever dos órgãos públicos fazer e doar a coleta seletiva para as associações e cooperativas”, revela. Em vez de as repartições jogarem papéis, vidros e plásticos em aterros sanitários ou até lixões, o decreto prevê um destino certo para o material. “Com isso, os órgãos estarão contribuindo com dois fatores muito importantes: inclusão social e responsabilidade ambiental”, enfatiza a procuradora.
Fonte: Luciane Evans - Estado de Minas
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Parceria AMRIGS e Governo RS Viabiliza Centro Comunitário Vida Solidária
A Amrigs e o Governo do Estado assinam nesta sexta-feira, 30 às 11h30min, no Palácio Piratini, um termo de cooperação técnica pelo qual a Secretaria da Habitação destina um terreno [na Av. Ipiranga, nº 5109] ao Instituto Vida Solidária, mantido pela Associação Médica do RS. No terreno será construído o Centro Comunitário Vida Solidária que, além de ampliar o atendimento à saúde mantido pela Amrigs na Vila São Pedro, proporcionará ações em saúde, educação e cultura para cerca de quatro mil pessoas [moradores das comunidades vizinhas da Amrigs como a Vila São Pedro, Vila Salvador França e Vila São Judas].
O Termo de Cooperação Técnica será assinado pela Governadora Yeda Crusius, Secretário da e Habitação e Desenvolvimento Urbano Marco Alba, secretária da Administração Maria Leonor Carpes e presidente da Amrigs e do Instituto.
Fonte: Pauta Social
O Termo de Cooperação Técnica será assinado pela Governadora Yeda Crusius, Secretário da e Habitação e Desenvolvimento Urbano Marco Alba, secretária da Administração Maria Leonor Carpes e presidente da Amrigs e do Instituto.
Fonte: Pauta Social
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